Que mãe sou eu?

Por Renata Bianchi

Que mãe sou eu?

Sempre quis responder isso!

Não sei!!! Hahaha

Não sou uma mãe encantada e confesso que tenho até uma certa inveja branca de quem é. Talvez seja porque minhas duas experiências com a maternidade não tenham sido assim tão poéticas. Talvez porque eu é que tenha sido poética demais e a vida real não é assim. Ou talvez porque eu goste muito de trabalhar e tenha ficado bem ansiosa nas duas vezes, ou simplesmente porque minha visão se tornou menos fantasiosa mesmo... Coisa que eu relaciono aos fatores idade e realidade instantânea, mais conhecida como internet.

Mas o fato é que sou uma mãe realizada! Tive a Yolana aos 19 anos e a única coisa que não era importante nessa época era a minha opinião. Conheci logo de cara o mundo dos palpites. Depois disso foi só ralação e tenho muita sorte de ter tido uma mãe que me ajudou nessa jornada e de ter uma filha exemplar.

Minha segunda experiência aconteceu bem mais tarde, na véspera dos 37, e sinceramente tinha dúvida em ficar grávida de novo, ao mesmo tempo que tinha uma vontade imensa de encarar a maternidade de uma forma, digamos, “minha” de verdade. E mais madura. Acontece que eu e meu marido sempre acreditamos na pontualidade britânica do meu período fértil. Mas naquele janeiro de 2015 pela primeira vez ele se tornou brasileiro: minha ovulação atrasou 5 dias! Isso nunca me aconteceu, portanto, encaro que Deus foi muito bonzinho comigo e me mandou a Iara antes que minha indecisão fosse encerrada pela insuficiência ovulatória. E mais uma filha maravilhosa entrou na minha vida! Mas a maternidade já havia me chamado bem forte antes dessa concepção.

Desde 2012 vários projetos sobre a geracão e criação de filhos começaram a aparecer na minha rotina de roteirista freelancer. E eu comecei a curtir muito a oportunidade de escrever sobre o bem-estar de pais e filhos, pois acredito fielmente que só as crianças podem salvar a humanidade, mas para isso é necessário acolher os pais, pois geralmente depende deles a responsabilidade de criar adultos emocionalmente saudáveis.

Para não me alongar mais, concluo que estou muito longe de ser uma mãe exemplar (porque perfeita é uma palavra que não existe nesse tema), mas posso dizer que sou uma mãe muito bem intencionada e cheia de informação objetiva para todo mundo que encarou essa jornada tão desafiadora, quanto emocionante <3

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