Pilates para grávidas

A modalidade auxilia no trabalho de parto por meio do fortalecimento e relaxamento da musculatura do assoalho pélvico.

A prática de atividades físicas na gestação gera uma série de benefícios para a mulher. Entre os exercícios preferidos está o Pilates que auxilia no trabalho de parto por meio de exercícios que promovem o fortalecimento e o relaxamento do períneo (musculatura do assoalho pélvico). Os movimentos proporcionam uma maior capacidade de sustentação dos órgãos, previnem a incontinência urinária e estimulam a força para o parto. “O Pilates para gestantes melhora as dores lombais, reduz os edemas, diminui as câimbras, melhora a circulação, promove a preparação física, muscular e emocional para o trabalho de parto e para os movimentos de expulsão do bebê. No pós-parto o Pilates age na recuperação dessa mesma musculatura pélvica e abdominal, na redução dos riscos de depressão pós-parto, na manutenção da boa postura e fortalecimento muscular”, explica Juliana Schwindt da Studio Posture Pilates.

Qualquer tipo de atividade física durante a gestação deve ter o consentimento médico. A frequência do Pilates é de no mínimo duas vezes por semana. A duração da prática  depende da condição da mulher no decorrer da gestação, podendo ou não ser indicada até a data do parto. “As aulas são de acordo com o trimestre que a gestante se encontra. Cada período possui um foco diferente pois o corpo e principalmente a postura da gestante encontra-se em constante e rápida mudança devido à alteração no centro de gravidade causado pelo aumento do útero e das mamas”, ressalta a fisioterapeuta.

A modalidade também trabalha no fortalecimento dos músculos da região torácica, flexores e extensores de punhos. Dependendo do trimestre da gestação, o exercício é de extrema importância pois ele prepara regiões que serão muito solicitadas ao segurar o bebê na amamentação,  nas trocas de fraldas e no manuseio do banho.

O retorno para as aulas de pilates é de 30 a 40 dias após um parto normal ou de 40 a 60 dias para mulheres que se submeteram a cesarianas. Tudo depende da condição física da mãe. O importante é a liberação médica em ambos os casos.

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