O que fazer na hora da birra?

O que fazer na hora da birra?

Todos os “manuais” que explicam o desenvolvimento das crianças alertam para os ataques de birra que rondam os 2 anos de idade, podendo começar antes e se estender até o aniversário seguinte. Ou seja: é algo natural, esperado e, portanto, deveríamos estar preparados para lidar. Mas, na prática, a teoria é outra. Na hora que a criança sai do controle, se joga no chão, esperneia, grita e até bate no que estiver por perto, a grande maioria dos pais fica sem saber o que fazer.

 

Quando o chilique acontece em público

É ainda pior, pois temos a impressão de que, além de incomodar os outros, todos estão nos olhando e questionando que tipo de mãe ou pai deixa uma criança tão contrariada. Ignore os outros e foque na criança.

 

Se for possível, leve a criança para um lugar mais reservado

Enquanto isso, tente decifrar o que pode estar por trás do “piti”. Sono, fome, cansaço? Até mesmo nós adultos perdemos o humor nessas situações, não é? Tente explicar ao seu filho, com um tom calmo de voz, o que pode estar acontecendo. Algo como: “você está com fome, não é? Então, você precisa parar de chorar e de gritar para conseguir comer”. Embora a criança escute, nem sempre ela para o escândalo de imediato. Siga tentando acalmá-la de modo que você também se acalme e não perca o controle da situação. Lembre-se: é você que tem o controle e a criança está justamente testando o seu limite e dando seus primeiros “gritos de independência”.

 

Ignore o chilique

Há especialistas que defendam que os pais finjam ignorar o chilique. Afinal, sem plateia, não há espetáculo. Ou seja: se a criança insiste em não ouvir o que dizem, parem de prestar atenção no escândalo. Mas, isso funciona melhor em casa. Afinal, lá a criança não vai estar incomodando mais ninguém além da família.

O mais importante é não ceder à birra. As crianças aprendem rápido e, ao primeiro sinal, vão achar que podem ganhar o que quiserem dando chiliques. Sabemos que qualquer piti parece durar uma eternidade, mas aguente firme.

Tenha uma conversa com o seu filho quando ele se acalmar. Explique o que aconteceu e tente traduzir as emoções que ele demonstrou em palavras. Assim, numa próxima vez, em vez de chorar, ele pode ter aprendido como se expressar conversando.

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